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Fonte: O Buteco



Redução da maioridade penal: veja como os cearenses votaram

A proposta teve 323 votos a favor, 155 contrários e 2 abstenções. A matéria ainda precisa ser apreciada em segundo turno para depois seguir ao Senado

Após polêmicas e várias discussões o projeto de lei que propõe a redução parcial da maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes considerados hediondos foi aprovado na madrugada desta quinta-feira, 2.
Desta vez, após uma manobra do presidente da Casa, Eduardo Cunha, a aprovação se deu com 323 votos a favor, 155 contra e duas abstenções. Já que na madrugada anterior, uma proposta semelhante foi rejeitada em plenário, com 303 votos a favor, quando eram necessário 308 (3/5 dos deputados).
A matéria ainda precisa ser apreciada em segundo turno para depois seguir ao Senado.
Confira a lista de como votaram os deputados cearenses:
SIM
Moroni Torgan (DEM)
Anibal Gomes (PMDB)
Danilo Forte (PMDB)
Vitor Valim (PMDB)
Moses Rodrigues (PPS)
Cabo Sabino (PR)
Gorete Pereira (PR)
Ronaldo Martins (PRB)
Antonio Balhmann (Pros)
Raimundo Gomes de Matos (PSDB)

NÃO
Chico Lopes (PCdoB)
André Figueiredo (PDT)
Adail Carneiro (PHS)
Leônidas Cristino (Pros)
José Airton Cirilo (PT)
José Guimarães (PT)
Luizianne Lins (PT)
Odorico Monteiro (PT)
Arnon Bezerra (PTB)
Redação O POVO Online

O novo cabo submarino que ligará a América do Sul à Europa pode reduzir os custos da banda larga no País

Brasília. O novo cabo submarino que ligará a América do Sul à Europa pode reduzir os custos da banda larga no País e aumentar a segurança de dados, afirmou o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini. A estrutura terá 5,9 mil quilômetros, custará US$ 185 milhões e seguirá de Fortaleza a Lisboa. Uma joint venture entre a Isla Link (45%), Telebras (35%) e um terceiro acionista brasileiro privado (20%), ainda a ser escolhido, será responsável pela construção e operação da estrutura. O acordo de acionistas foi assinado ontem (30) no Ministério das Comunicações. "Temos a garantia de que esse processo de interligação reduz custos. Não é uma empresa apenas da Isla Link, mas também da Telebras e de um terceiro investidor. Portanto, tudo que tiver de ser decidido será no âmbito dessa parceria internacional", afirmou o ministro, que não fez uma estimativa dessa redução. "O certo é que haverá (redução de custos), porque hoje temos um custo adicional de tráfego passando por outros países antes de chegar à Europa", disse. Investimento O cabo vai demandar investimentos de US$ 185 milhões e terá capacidade de 30 Terabits por segundo. De acordo com as empresas, a estrutura será construída em 18 meses, a partir do primeiro trimestre de 2016, e deve ficar pronta no início de 2018. De acordo com a Telebras, a demanda por tráfego internacional na região cresce 40% ao ano e é escoada para os EUA a uma razão aproximadamente mil vezes superior à que se destina diretamente à Europa. Isso ocorre porque, atualmente, existe apenas um cabo ligando a América do Sul à Europa, mas sua capacidade está esgotada. Segurança Berzoini destacou, ainda, que o cabo vai dar mais segurança às informações e dados no País. "A legislação europeia em relação a dados é bastante importante para assegurar a proteção de dados de maneira ampla, e não apenas dos dados dos cidadãos. Um dos objetivos fundamentais desse cabo é a segurança de dados internacionalmente para pessoas físicas e jurídicas em atividades comerciais e de defesa", afirmou o ministro das Comunicações. Os investimentos da Telebras serão feitos com recursos do Orçamento deste ano e de 2016. Segundo o presidente da Telebras, Jorge Bittar, esses recursos não foram alvo de contingenciamento porque o cabo é considerado prioritário para o País. A direção da empresa será dividida ao meio, entre Isla Link e Telebras. De acordo com a Telebras, o projeto vai permitir que o Brasil e a América do Sul possam ter acesso direto aos maiores Pontos de Troca de Tráfego (PTTs) do mundo, localizados em Frankfurt, Amsterdã, Londres e Paris.

Mais de 26 milhões de pessoas dizem sim ao arco-íris. Mas e daí?

Mais de 26 milhões de pessoas decidiram mudar a cor do avatar da sua conta no Facebook, após a decisão histórica da Suprema Corte dos Estados Unidos de legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Para celebrar essa decisão e protestar contra a homofobia, surgiu uma avalanche avatares pintados com as cores do arco-íris. Além das pessoas, marcas em todo o mundo apoiaram o posicionamento e também modificaram o avatar, o que viralizou na internet.
Mas aí você deve estar se perguntando: o que tudo isso pode fazer, por exemplo, para ajudar no combate à homofobia? De imediato, nada!
No entanto, campanhas de imagem de perfil, como a que vimos na última sexta-feira, são eficazes para mostrar aos amigos e familiares em sua rede social que você tem alguma afinidade com um candidato político ou causa. Antigamente, essas manifestações aconteciam, em geral, nas ruas, mas hoje, além desses atos, as redes sociais se transformam em arenas online para o embate, isso mesmo, embate de pontos de vistas.
tribunaEstamos habituados a registrar nossas atitudes sociais e seguir o comportamento dos nossos amigos e das marcas nesses ambientes. Grande parte daquilo em que acreditamos ou avaliamos como aceitável faz parte do grupo social que nos relacionamos todos os dias.
Para além da modinha, o ato de modificar uma imagem de perfil, sem dúvida, diz ao grupo que fazemos parte que nos importamos com a causa em questão. É um ato muito específico, mas uma mensagem eficaz para sua audiência. Mudar o avatar certamente não irá mudar o mundo ou acabar com a fome na África, mas vai fazer com que várias pessoas ao ser redor reflitam sobre um assunto determinado. Parece pouco, mas não é.
A culpa é do estagiário. O Facebook se apressou para negar que a ferramenta de mudança de fotos tenha sido criada para coletar dados do usuário. A rede social disse que dois estagiários — isso mesmo, dois estudantes — desenvolveram a campanha para a data que lembra o Dia Mundial contra a Homofobia.

Redução da maioridade penal é rejeitada com a ajuda de 9 deputados federais do Ceará que não querem traumatizar assassinos e estupradores adolescentes com cadeia

Adolescentes de 16 e 17 anos de idade poderão cometer crimes hediondos sem a preocupação de penas longas nas cadeias brasileiras. É que na votação do projeto que reduziria a maioridade penal para casos de homicídio qualificado, estupro, latrocínio, participação em grupos de extermínio, homicídio doloso, roubo qualificado e lesão corporal grave, 303 deputados federais votaram a favor da medida e 138 contra. Em razão das regras para esse tipo de alteração, apesar da maioria, faltaram cinco votos para aprovar a redução, que acabou, assim, rejeitada.
Entre os que apoiaram deixar tudo como está, com penas leves para criminosos entre 16 e 17 anos (até três anos, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente), estão os seguintes membros da bancada federal do Ceará na Câmara dos Deputados:
Domingos Neto (Pros)
Leônidas Cristino (Pros)
José Airton Cirilo (PT)
José Guimarães (PT)
Luizianne Lins (PT)
Odorico Monteiro (PT)
Chico Lopes (PCdoB)
André Figueiredo (PDT)
Adail Carneiro (PHS)
Entre os que concordam com a imensa maioria dos brasileiros (87%, segundo o Datafolha) e, portanto, votaram pela redução da maioridade, estão os deputados federais que seguem:
Cabo Sabino (PR)
Genecias Noronha (SD)
Raimundo Gomes de Matos (PSDB)
Moroni Torgan (DEM)
Anibal Gomes (PMDB)
Danilo Forte (PMDB)
Vitor Valim (PMDB)
Moses Rodrigues (PPS)
Gorete Pereira (PR)
Ronaldo Martins (PRB)
Antonio Balhmann (Pros)
Arnon Bezerra (PTB)
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do PMDB, já avisou que outro projeto que propõe a redução da maioridade para todo tipo de crime poderá ser votado em breve. Deixa a impressão de que não soube perder, mas pode ser também uma aposta na pressão da opinião pública para desgastar ainda mais o governo federal, afinal, a presidente Dilma (assim como o governador Camilo Santana) se manifestou contra a alteração da legislação.
Os argumentos dos que são contra ou a favor do projeto são conhecidos por todos. Particularmente, não vi ninguém que defende a redução dizendo que essa seria a solução para a violência, como alegam seus críticos. Aliás, como manter do jeito que está hoje também não resolve, fica o dito pelo não dito e a realidade como está, com índices obscenos de violência em todo o país e especialmente no Ceará.
Na verdade, é justamente por causa da incompetência dos governos e da justiça no combate à violência e à impunidade, que a proposta para redução da maioridade penal passou a ser defendida por tantos brasileiros, cansados dos níveis absurdos de criminalidade e do medo de serem as próximas vítimas de bandidos de qualquer idade.
Os governos não agem e ainda criticam a população por querer punição para criminosos.

Por Wanfil
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