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BARREIRA: População Sofre por Falta de Água

Localidades do município chegam a ficar mais de um mês sem abastecimento.



O Município de Barreira, distante 72 km da capital, vem sofrendo nos últimos meses com a falta de água. O abastecimento no município esta precário, moradores do centro da cidade reclamar que o não fornecimento de água por parte do órgão (CAGECE) esta se tornando cada vez mais difícil, alguns bairros chegam a ficar pelo menos vinte dias sem receber uma gota de água. Se no centro da cidade esta difícil, nas localidades, a situação é ainda pior, moradores relataram que já estão a mais de um mês que não vêem água na torneira. Informações repassadas pelo repórter Kennedy Paiva é que a CAGECE explica que os canos que levam a água para o município de Barreira estão quebrados e que o problema já está sendo resolvido. Não foi informado o prazo para o restabelecimento do serviço. Enquanto isso a população barreirense sofre sem água nas torneiras.

Veja o Vídeo enviado por uma moradora.


REAJUSTE DE 4,33%

Cagece eleva pela 2ª vez tarifa de água e esgoto

Diminuição do consumo de água na RMF e alta dos custos dos insumos foram os principais motivos para aumento.

Entra em vigor no próximo dia 23 de setembro, o complemento da revisão tarifária da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). O percentual aplicado neste segundo momento será de 4,33% para todo o Estado, de forma linear para todas as categorias. É o segundo aumento na tarifa desde junho, quando a Companhia anunciou um reajuste de 12,9%. De acordo com o gerente de Concessão e Regulação da Cagece, João Rodrigues Neto, dois fatores foram incidentes para que a empresa aplicasse o segundo reajuste. "A crise hídrica realmente tem agravado o equilíbrio financeiro, com aumento nos custos dos insumos, como produtos e energia elétrica. O segundo motivo é a gradativa redução do consumo de água na Região Metropolitana de Fortaleza", explicou. Rodrigues Neto reforçou que diante da crise hídrica no Ceará a população está economizando água. "Isso afeta o caixa da empresa. Aumentaram os custos com os produtos químicos e nós precisamos desse reajuste", observou o gerente. Sobre o impacto que o primeiro aumento da tarifa causou no caixa da Companhia em junho, Rodrigues Neto armou que ainda não tem como mensurar. "Não fizemos o balanço do primeiro reajuste porque demora para ter o retorno. Em junho aplicamos isso e o impacto foi sentido apenas em julho e assim por diante", esclareceu. Efeitos O gerente da Cagece ainda disse que os próximos efeitos que a Companhia vai sentir só serão percebidos a partir de dezembro deste ano. "A gente espera restaurar a prestação de equilíbrio com o custo excessivo da seca. Hoje realmente a Cagece está com este desequilíbrio", destacou Rodrigues Neto. Serviço Sobre a diminuição do consumo por conta do reajuste da tarifa, ele discordou e rearmou que não haverá decréscimo. "Não vai ter menos consumo. Ele vai ser mantido. Nós já estamos com o nível de consumo baixo. Queremos agora manter o serviço e atender a população", completou o gerente.

Informações: Kennedy Paiva - Grupo Barreira OnLine

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